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Abril: Mês da Prevenção dos Maus Tratos Infantis assinalado com várias iniciativas no agrupamento

Abril: Mês da Prevenção dos Maus Tratos Infantis assinalado com várias iniciativas no agrupamento

Abril: Mês da Prevenção dos Maus Tratos Infantis assinalado com várias iniciativas no agrupamento

O mês de abril é internacionalmente dedicado à Prevenção dos Maus Tratos Infantis, uma causa que pretende sensibilizar a sociedade para a importância de proteger as crianças e jovens, promovendo ambientes seguros, de respeito e de afeto, tanto na família como na escola e na comunidade.

Esta iniciativa está associada ao Movimento do Laço Azul, que teve origem nos Estados Unidos, na década de 1980. A história começou quando uma avó, profundamente marcada pela violência que os seus netos tinham sofrido, decidiu colocar um laço azul na antena do seu carro para chamar a atenção da comunidade para a realidade dos maus tratos infantis. Questionada sobre o significado daquele gesto, explicou que a cor azul representava as marcas visíveis e invisíveis deixadas pela violência. O gesto rapidamente tornou-se um símbolo de alerta, solidariedade e compromisso na defesa dos direitos das crianças, espalhando-se por vários países.

Inspirado por este movimento, o nosso agrupamento criou o slogan “Laço Azul no Coração”, reforçando a ideia de que a prevenção começa com pequenas atitudes de atenção e cuidado. O simbolismo da mensagem traduz-se na disponibilidade de cada pessoa para ouvir, estar atenta e apoiar quem precisa, abrindo o coração para esta causa e recusando a indiferença perante qualquer forma de violência contra crianças e jovens.

Com este objetivo, a equipa do Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) esteve a dinamizar, ao longo do mês de abril, um conjunto de iniciativas que procuravam envolver toda a comunidade educativa e promover a reflexão sobre os direitos das crianças.

Entre as ações destacaram-se:

  • No dia 1 de abril, foi enviado por email a todos os encarregados de educação um calendário com sugestões de atividades práticas a realizar ao longo do mês com os seus educandos, incentivando momentos de partilha, diálogo e fortalecimento dos laços familiares;
  • Foi entregue a cada escola um laço azul, para que docentes e assistentes operacionais o pudessem usar durante o mês, reforçando simbolicamente a mensagem de prevenção;
  • Foi também disponibilizado um cartaz alusivo à temática para fixação nos diferentes estabelecimentos de ensino;
  • Circulou pelas escolas uma moldura temática, permitindo que alunos, docentes e assistentes operacionais tirassem fotografias associadas à iniciativa e demonstrar o seu apoio à causa;
  • Foi sugerido aos professores de música das AEC’s que trabalhassem uma canção criada pelo GAAF para esta iniciativa, tendo os mesmos aderido.
  • Foi também disponibilizado às várias escolas um vídeo com a música criada pelo GAAF, com a colaboração de alguns alunos e docentes, tendo este sido exibido na Escola E.B. 2,3 de Souselo durante os intervalos.
  • Foi igualmente proposta a realização de um Laço Humano Azul nas escolas. Na escola sede, foi realizado no dia 22 de abril e no Centro Escolar de Fonte Coberta no dia 30 do mesmo mês.

Estas iniciativas pretendiam alertar para a importância da proteção das crianças e jovens, reforçando a ideia de que todos, professores, assistentes operacionais, alunos, famílias e comunidade, têm um papel ativo na prevenção dos maus tratos.

Mais do que um gesto simbólico, estas ações procuram transmitir uma mensagem clara: a escola está atenta, disponível para ouvir e pronta para apoiar. Muitas vezes, quem sofre em silêncio precisa apenas de alguém que repare nos sinais, que escute sem julgar e que esteja disposto a ajudar.

É fundamental que cada criança e jovem saiba que não está sozinho e que existem adultos e instituições preparados para ajudar. No nosso agrupamento, os alunos podem procurar apoio junto dos técnicos do GAAF, que estão disponíveis para ouvir, orientar e encaminhar situações que necessitem de intervenção.

Para além da escola, existem também outras entidades que prestam apoio, como a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ), a GNR.

Portanto, se estás a passar por uma situação de maus tratos ou sabes de alguém que esteja, fala com alguém.

Não te cales. Não tenhas medo. Não és culpado. Há sempre alguém disposto a ajudar.

 

Equipa do Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família

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